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- Você é geólogo? geofísico? arqueólogo? É capaz de sentir empatia em relação às vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO e deseja ajudar nas buscas? Você foi um dos militares que atuaram no massacre / chacina / genocídio dos camponeses católicos do SÍTIO CALDEIRÃO, e está arrependido, não pretende morrer levando para o túmulo este crime de lesa humanidade e deseja informar a localização da COVA COLETIVA de forma anônima? Você é filho de um militar que esteve na chacina, sabe a localização da cova e deseja cooperar? Entre em contato conosco via email: sosdireitoshumanos@ig.com.br ou pelo celular: 55 85 8613.1197 sua identidade será preservada.
AJUDE A SOS DIREITOS HUMANOS ENCONTRAR A COVA COLETIVA DAS VÍTIMAS DO SÍTIO CALDEIRÃO
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SÍTIO CALDEIRÃO, O ARAGUAIA DO CEARÁ
A chacina que ninguém conhece porque nunca foi contada pelos livros de história...
Ação Civil Pública requer que a União e o Estado do Ceará informem o local da COVA COLETIVA onde o Exército e a Polícia Militar do Ceará enterraram as 1000 vítimas do massacre do Sítio Caldeirão da Santa Cruz do Deserto.
Foi o único ataque militar à civis usando aviões de guerra no Brasil!
No dia 10/11 de maio de 1937 a
comunidade de camponeses católicos do sítio
Caldeirão da Santa Cruz do Deserto, ou Sítio Caldeirão, localizado
no município do Crato, Estado do
Ceará, Brasil, foi invadido por forças do Exército brasileiro e da
Polícia Militar do Est5ado do Ceará. Na Chapada do Araripe, enquanto
a comunidade corria os militares subiam matando... Foi um crime de
lesa humanidade, um genocídio, um crime de desaparecimento forçado
de pessoas, já que após o massacre / chacina, os militares
enterraram as 1000 vítimas em uma COVA COLETIVA e não dizem a
localização da mesma para que as vítimas sejam enterradas com
dignidade.
OBS: Veja a imagem ao lado, e note que a posição dos guerrilheiros mortos no Araguaia, se assemelha muito à das três vítimas do ataque do Sítio Caldeirão fotografadas como forma de zombaria pelos militares (como se fossem tres santos), demonstrando um alto grau de humor negroe um modus operandi macabro, para não dizer sociopata, porque assassinar indefesos do Sítio Caldeirão já é patológico, imagine fazer chacota com seus cadáveres.
Em 2008, a SOS
DIREITOS HUMANOS , em defesa das vítimas do Caldeirão e do direito à Memória Histórica, ajuizou uma Ação Civil Pública contra a
União Federal e o Estado do Ceará requerendo entre outros pedidos,
que o Exército e a Polícia Militar cearense informem o local da vala
coletiva, para que, os camponeses católicos massacrados sejam
finalmente sepultados com dignidade. A ação
foi extinta a pedido do
MPF de Juazeiro do Norte, Ceará, mas a ONG SOS DIREITOS HUMANOS
recorreu ao TRF5ª Região em Recife/Pernambuco, bem como, DENUNCIOU o
Brasil à OEA - Organização dos Estados Americanos, para que informe
a localização da cova coletiva.
AVISO: As vítimas ou familiares das vítimas falecidas durante a ação do Exército Brasileiro e da Polícia Militar do Ceará no ano de 1937 no Sítio Caldeirão da Santa Cruz do Deserto e arredores, no município do Crato, Ceará, ou familiares das vítimas que faleceram depois da ação Genocida, devem entrar em contato com a SOS DIREITOS HUMANOS para a devida habilitação na Ação Civil Pública, através do celular: (85) 8613.1197 ou pelo email: sosdireitoshumanos@ig.com.br
MEMORIAL "SÍTIO CALDEIRÃO"
Se você desejar colaborar com este memorial, nos envie o material para o email: sosdireitoshumanos@ig.com.br

Foto do beato José Lourenço rodeado pela comunidade da SANTA CRUZ DO DESERTO (não sabemos os nomes destas pessoas nem se elas foram mortas na chacina praticada pelo Exército e pela Polícia Militar do Ceará em 1937 ou se conseguiram escapar).
Foto
da comunidade do Sítio da Santa Cruz do Deserto (não sabemos os
nomes destas pessoas nem se elas foram mortas na chacina praticada
pelo Exército e pela Polícia Militar do Ceará em 1937 ou se
conseguiram escapar).

Desenho de como era o arraial da Santa Cruz do Deserto, ou Sítio Caldeirão, comunidade organizada, rica em humanidade e e auto-suficiente.

Foto do boi mansinho.
Foto
de umas das muitas jovens que moravam na comunidade de camponeses
católicos da SANTA CRUZ DO
DESERTO (não sabemos os nomes destas pessoas nem se elas foram
mortas na chacina praticada pelo Exército e pela Polícia Militar do
Ceará em 1937 ou se conseguiram escapar).

Foto de militares e armas (metralhadoras) da época em que ocorreu a chacina / massacre / genosídio / crime de lesa humanidade contra a comunidade do Sítio da Santa Cruz do Deserto.

Foto do bispo da cidade de Crato, na época do beato José Lourenço e da comunidade da SANTA CRUZ DO DESERTO.

Foto da igreja do Crato, na década de 30, antes da comunidade do Sítio da Santa Cruz do Deserto ser destruída pelo Exército e pela Polícia Militar do Ceará.

Foto de lembrancinhas do Padre Cícero.

Foto do túmulo do beato José Lourenço, no cemitério do Socorro, na cidade do Crato, Ceará, Brasil.

Foto do beato José Lourenço antes de ser enterrado.
Foto do ex-prefeito da cidade de Juazeiro do Norte, o farmacêutico JOSÉ GERALDO DA CRUZ que após o massacre do Sítio Caldeirão, encontrou em um único lugar na Chapada do Araripe, 16 (dezesseis) crânios de crianças.

Foto do deputado FLORO BARTOLOMEU, que mandou prender o beato José Lourenço e depois mandou matar o boi Mansinho na frente da delegacia onde estava o beato.

Foto do túmulo da beata MARIA DE ARAÚJO que quando recebia a hóstia das mãos do padre CÍCERO, transformava-se em sangue em sua boca. Após a morde do "Padim", o túmulo foi destruído e seus restos mortais escondidos por um sacerdote da igreja católica.

Foto do cariri na época em que existia o Sítio Caldeirão da Santa Cruz do Deserto.
Foto de avião usado pela Aviação Naval brasileira do ano de 1916, comprovando que no ano de 1937, quando o Exército brasileiro atacou a comunidade do Sítio Caldeirão usando dois aviões, já há muito o governo brasileiro dispunha deste tipo de arma de guerra, uma vez que a Escola de Aviação Naval foi fundada pelo Decreto nº 12.167, de 23 de agosto de 1916, assinado pelo Presidente Wenceslau Braz, “avô” da aviação naval brasileira.

Foto de avião utilizado pelas forças armadas brasileiras na década de 30, ou seja, quando ocorreu o massacre via aéreo e terrestre contra a comunidade de camponeses católicos do Sítio da Santa Cruz do Deserto, ou, Sítio Caldeirão.






